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Real Estate brasileiro deve crescer com queda nos juros

real estate brasileiro

O Banco Central projeta um crescimento para o crédito em 2024, graças à queda da Selic. Com tal avanço, o momento se mostra propício para o setor de Real Estate brasileiro, com o aumento tanto da demanda quanto dos empreendimentos do setor.

Veja mais a seguir.

Visão geral do crédito

As perspectivas para o crédito no Brasil são promissoras, de acordo com o mais recente Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central, que projeta um aumento de 9,4% no crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) para este ano. 

Essa estimativa representa uma melhoria significativa em relação aos números do trimestre anterior, que indicavam um crescimento de 8,8%.  Embora os eventos mais recentes do contexto internacional tenham gerado certa turbulência para as projeções de política monetária e inflação, a trajetória segue relativamente favorável para a atividade econômica brasileira, com o mais recente Boletim Focus indicando que a Selic deve encerrar 2024 em 9,13%.

Impacto do crédito sobre Real Estate

O setor imobiliário brasileiro pode experimentar um crescimento significativo com o aumento da disponibilidade de crédito. À medida que financiamentos se tornam acessíveis, construtoras e incorporadoras podem observar um aumento na demanda por imóveis residenciais e comerciais. Tal fenômeno tem o potencial de acelerar a construção e o lançamento de novos empreendimentos, impulsionando a expansão do mercado imobiliário no Brasil.

Para este ano, a expectativa é de que os empréstimos de financiamento imobiliário totalizem R$259 bilhões, o que constituiria em um novo recorde para  a série, superando o desempenho de 2021, que foi de R$255 bilhões.

Simultaneamente, a maior disponibilidade de crédito favorece os empreendimentos de construção, alguns dos quais já apresentaram crescimentos substanciais nos primeiros meses de 2024.

Nesse sentido, investimentos voltados para o mercado imobiliário, a exemplo de fundos de investimentos imobiliários (FIIs), ganham maior destaque, uma vez que a tendência é de que investimentos de renda fixa comecem a perder atratividade com a redução da Selic.

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Principais desafios para o Real Estate brasileiro

Embora as projeções sugiram um crescimento mais modesto da economia brasileira em 2024, os principais desafios para o Real Estate devem ser provocados pelo mercado internacional

As tensões no Oriente Médio, assim como o ambiente de altas taxas de juros, podem impulsionar a saída de capitais e desvalorizar o real. Em conjunto, tais elementos podem limitar o espaço para redução dos juros brasileiros.

Ao mesmo tempo, a escalada dos conflitos globais já começaram a impactar as cotações das commodities, a exemplo do petróleo, alumínio e cobre, as quais mostraram uma valorização expressiva neste ano.

Embora um dos principais insumos para a construção, o minério de ferro, não tenha apresentado um avanço equivalente até o momento, os riscos associados às matérias-primas em um contexto de incerteza não podem ser desprezados.

Perspectivas e soluções para o setor

O bom momento da economia brasileira e do crédito imobiliário já devem impactar os resultados do setor de Real Estate no curto prazo. A expectativa é de que as vendas apresentem um crescimento de 15% no primeiro quadrimestre de 2024, em relação ao ano anterior.

Para acompanhar o bom momento do mercado imobiliário e atravessar os desafios da conjuntura econômica internacional, porém, é essencial que os agentes desse ramo busquem soluções para atuar com o máximo de eficiência e velocidade possível.

Nesse sentido, as tecnologias oferecidas pela Docket mostram-se fundamentais para o bom desempenho nos mercados de Real Estate. Utilizando de inteligência artificial, a Docket é capaz de analisar, organizar e gerir toda a documentação necessária para empreendimentos imobiliários, reduzindo o tempo gasto e os custos associados à burocracia, com uma plataforma simples e eficiente.

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