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Written by 10:00 Agronegócio

Plano Safra 22/23: o que é e o que você precisa saber

O Plano Safra 22/23 tem grande destaque por impulsionar tanto a produção rural quanto a economia.
O Plano Safra 22/23 é um programa fundamental para conceder crédito a pequenos e médios produtores | Agronegócio | Docket Brasil

Importante para o agronegócio brasileiro, o Plano Safra 22/23 é um dos grandes responsáveis por impulsionar tanto a produção rural quanto a economia.

Antes de mais nada, se engana quem ainda pensa que o Brasil é lembrado e cultuado somente por ser o país do futebol, ou por ter uma vasta fauna e flora, ou, também, por ser um dos lugares mais visitados pelos turistas.

Isso porque, já passou da hora de incluir um importante item nesta vasta lista, já que é impossível falar sobre economia brasileira sem falar de agronegócio

Do mesmo modo, atualmente, o setor é cada vez mais fundamental para o país – e está assumindo uma posição de destaque no setor econômico e nas grandes pautas de discussão.

Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq-USP, o agronegócio movimenta cerca de $ 100 bilhões por ano.

Por outro lado, este cenário poderia ser diferente se não fosse pelo Plano Safra. Neste artigo, vamos falar sobre a importância do agronegócio para o país e como o Plano Safra 22/23 é um dos grandes responsáveis por impulsioná-lo.

Afinal, o que é o novo Plano Safra 22/23?

Como já destacamos, a produção agropecuária é um setor importante para a economia, porém demanda um grande investimento para ser colocada em ação. Entretanto, o produtor que executa esta tarefa nem sempre conta com a verba necessária quando chega o período de colheita. 

Pensando nisso, o  governo federal criou em 2003 o Plano Safra, um programa para conceder crédito a esses pequenos e médios produtores. 

Dessa forma, anualmente, o governo disponibiliza suporte financeiro especificamente para investimento, custeio, industrialização e comercialização para apoiar a produção agropecuária nacional. Em suma, o Plano Safra 22/23 nada mais é do que o atual incentivo financeiro do setor.

Sendo assim, por meio da verba, é possível desenvolver políticas públicas, incentivando desde a agricultura familiar até os médios produtores. 

Quais são as prioridades do Plano Safra 22/23?

Para esta edição do Plano Safra uma das prioridades será a agricultura familiar
Para esta edição do Plano Safra uma das prioridades será a agricultura familiar | Agronegócio | Docket Brasil

Na edição 22/23 do Plano Safra, por meio dos programas de modernização, inovação e sustentabilidade, as prioridades serão para: 

  1. Pequenos e Médios produtores Rurais
  2. Sustentabilidade Safra 22/23
  3. Inovação
  4. Agricultura e Pesca
  5. Armazéns

Como o programa abrange uma série de políticas governamentais, tem como foco a agricultura familiar e cooperativas em particular.

A ideia é destinar recursos para que pequenos e médios produtores se profissionalizem, sempre seguindo uma base sustentável.

1. Pequenos e Médios Produtores Rurais

Os pequenos e médios produtores continuam sendo o foco principal do Plano Safra, ampliando a disponibilidade de financiamento com taxas de juros mais favoráveis. 

Dessa forma, com o aumento de 36% nos recursos para os pequenos produtores, R$ 53,61 bilhões são para o financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 5% ao ano. 

Deste montante, R$ 31 bilhões são designados ao incentivo e comercialização e R$ 22,6 bilhões para investimentos. 

Já para os médio produtores, foram destinados 28% a mais do que na safra anterior. Com isso, R$ 37,6  bilhões são para financiamentos e vendas e R$ 6,09 bilhões para investimentos – e taxa de juros de até 8% ao ano.

2. Sustentabilidade Safra 22/23

A promoção de técnicas sustentáveis ​​de produção agrícola também continua sendo um dos destaques do programa.

Nesse caso, para o programa ABC, que financia a revitalização de áreas e  pastagens degradadas, serão destinados R$ 6,19 bilhões para a implantação de sistemas integrados agropecuários e florestais , além da adoção de práticas conservacionistas de uso, manejo e proteção dos recursos naturais.

A taxa de juros para iniciativas de reestruturação de fundos de reservas e áreas de proteção permanente é de 7% ao ano – e de 8,5% para as demais categorias.

3. Inovação Tecnológica

Por meio de programas como o Inovagro, o Plano Safra oferece meios para promover a inovação tecnológica e para a adoção de boas práticas agrícolas e de gestão da propriedade

Sendo assim, os recursos são de R$ 3,51 bilhões e taxa de juros de 10,5% ao ano.

4. Agricultura e Pesca

Para este cenário, o trabalho é oferecer uma maior inserção da pesca no crédito rural, além do fortalecimento do apoio à comercialização de produtos da pesca e da agricultura.

Cada beneficiário terá disponível um limite de crédito de até R$ 65 milhões.

5. Construção de Armazéns

Já para  o  Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), responsável por financiar investimentos para ampliação e construção de novos armazéns, estão disponíveis R$ 5,13 bilhões.

Como resultado, a taxa de juros é de 7% ao ano para capacidade de armazenamento de até  6 mil toneladas e 8,5% ao ano para outras aplicações.

A tecnologia é fundamental para o agro

O desenvolvimento da tecnologia foi responsável por aperfeiçoar diversos processos do agronegócio, otimizando a produtividade e aumentando ainda mais os ganhos do setor.  

Entretanto, por ser vital para a economia, é imprescindível que as ferramentas tecnológicas e modernas sejam implementadas nas empresas do segmento.  

Além disso, com o crescimento do setor e da exigência para a concessão de crédito por parte de indústrias de insumos, bancos e tradings, as operações que eram realizadas de maneira presencial e manual se tornaram inviáveis.

Por isso, na Docket, otimizamos as operações fundamentais para o agronegócio, simplificando todos os procedimentos de busca, gestão e pré-análise de documentos em todo o Brasil.

Sobre a Docket

A Docket é uma empresa que oferece infraestrutura e tecnologia para otimizar as operações que dependem de documentos de ponta a ponta para as empresas em todo Brasil.

Shopping de Documentos, por exemplo, digitaliza e centraliza processos com documentos em um único lugar, diminuindo custos e reduzindo o tempo das operações em 80%.

Já  a ferramenta de Alvarás e Licenças, oferece ganhos operacionais para a gestão rápida e eficiente de documentos regulatórios, acabando de vez com problemas de perda de prazos.

Por fim, a R.E.A  (Real Estate Analysis) faz a leitura e pré-análise de matrículas de imóvel em menos de 1 minuto, identificando a presença ou não de gravames.

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